segunda-feira, 18 de julho de 2011

Barracas Pequenas

Oi gente, estava morrendo de saudades de papear com vocês. Espero que minha postagem dupla sobre Visconde de Mauá tenha me redimido!
Mas, tenho observado, que nesta época do ano a grande maioria dos blogs campistas diminui o ritmo de postagens. Sem dúvida o frio afasta muita gente da barraca, até mesmo eu que adoro acampar neste clima mais friozinho, não ando me animando muito.
Outra coisa que anda me disistimulando é o trabalho pra montar e desmontar a gigante, que para feriados e férias é fantástica, mas muito grande e trabalhosa para finais de semana.
Mais do que nunca estamos amadurecendo a idéia de uma barraca "enxuta", que nos proporcione mais agilidade na montagem.
Nosso alvo é a T3+, que tem uma compacta embalagem, um espaço interno razoável para um casal durante um período não muito longo, além de oferecer as excelentes condições da Quechua.

Até namoramos uma 2 seconds (linha de barracas de montagem instantânea da Quechua), mas aquele "frisbee gigante" mesmo pendurado ocuparia muito espaço em casa, e já temos tralhas por demais rs, além disso a T3+ é bastante simples no quesito montagem. Depois do Encontro Campista, onde convivemos por 3 dias com a Lu e o Guto, felizes proprietários de T3+ nossas últimas dúvidas foram sanadas!
Por falar em barracas pequenas, ando percebendo na comunidade campista virtual, que muitos colegas estão indo nesta mesma direção, optando por barracas menores e mais leves para acampadas relâmpago.
O que vocês acham disso?
Se você é um dos que já adquiriu seu "filhotinho de barraca" ou "toca da Quechua" (hahaha) percebeu vantagem real? Sentiu muita falta do espaço extra? Sinceramente estamos tão acostumados com a estrutura das grandonas que, apesar de ter uma escolha definida, não consigo concretizar o negócio!

domingo, 17 de julho de 2011

Mais que mil palavras...

Porque o final de tarde tem nuances, cheiros e sabores que só este momento do dia guarda... cheios de boas lembranças de um dia feliz no acampamento!

Lindíssimo final de tarde no Camping Saltão em Itirapina/ SP (abr/ 2011).

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Visconde de Mauá - Restaurante Borbulha

Uma agradável surpresa situada na Alameda Gastronômica de Maringá/MG.

Recomendado por uma amiga conquistada por ser um dos especialistas em Truta da região.
Aproveitamos um dos nossos passeios pela Vila e fomos almoçar. E sinceramente só de folhear o cardápio já foi dando vontade. Pedido feito, o Pedro foi “desbravar” o local que abriga o Museu do Vinil.
Descobrimos que os simpáticos e atenciosos proprietários possuem um acervo com mais de 3.000 títulos entre nacionais e internacionais. E o melhor é que você pode escolher qual música quer ouvir.

Outro mimo do local está nas mesas que recebem pequenas estátuas caricatas de grandes nomes da música. Você pode jantar em companhia de Tim Maia, Elvis, Raul Seixas, Vinícius, Cartola e muitos outros.



Na parede capas e LPS enfeitam e reproduzem o clima musical. Até os pratos homenageiam artistas da música.

Se você pensou que esqueci da comida em detrimento da trilha sonora, se acalme. Pratos servidos, descobrimos que o Restaurante não é só acolhedor como saboroso!
Só temos uma coisa a dizer: Vá e experimente, você não vai se arrepender!!!

Se estiver em Visconde de Mauá passe por lá...

domingo, 10 de julho de 2011

Cachoeiras de Visconde de Mauá

Faz tempo estou devendo o restante das postagens sobre Visconde de Mauá/ RJ, então hoje vou finalmente falar das cachoeiras!
Se a palavra MARAVILHOSA descreve a região como todo, DIVINA seria a palavra-chave para as cachoeiras e corredeiras da região.
Com algumas exceções os acessos para as cachoeiras são gratuitos. Basta seguir as trilhas e os mapinhas dados nos estabelecimentos da cidade.

Mapa em mãos, reservamos um dia para conhecermos as famosas cachoeiras.
Nossa primeira parada foi a Cachoeira Santa Clara (pertinho do Camping homônimo). Estacionamos o carro na estrada e descemos a trilhinha, lá em baixo uma vista exuberante - uma profusão de águas de águas que chegava a emocionar. Sabe aqueles segundos de contato com a natureza em que sua única vontade é fechar os olhos e agradecer à Criação por estar ali e se deixar envolver por aquela energia. Passado o momento de puro encantamento tratamos de aproveitar o lugar que além de uma bela queda d’água tem um laguinho onde dá pra se esbaldar. Mas acabamos ficando só nas fotos mesmo, pois o frio não incentivou nossa entrada rs.

Pé na estrada, partimos para a Toca da Raposa, onde já haviam nos avisado que era cobrada taxa de conservação. Estacionamos o carro na estrada e seguimos o caminho que já é belo por si só.

Foto na ponte (não pode faltar né) e na beira do riacho e continuamos seguindo até uma porteirinha que indicava que a partir daquele trecho seria cobrada a taxa de conservação de R$ 3,00. Pra quem é contra taxas, digo que pagamos esta com gosto, pois em todo o caminho desde a estrada não avistamos uma única sujeira!


Além da porteira uma cabana de madeira improvisa uma lanchonete onde comemos uma fantástica truta frita com limão cravou (ou caipira). Super simples no pratinho de alumínio rs, mas com um sabor insuperável dos peixes fresco (o proprietário que pesca).

Depois da pausa para o lanchinho, hora de ver a Toca e tirar mais fotos.

Nosso próximo destino era a Cachoeira Véu de Noiva (alguém já pensou em fazer um levantamento de quantas cachoeiras com este nome existem?). Dessa vez passamos a Vila de Maromba e alcançamos o outro lado de Visconde Mauá. Mais uma vez o carro ficou na estradinha (e põe “inha” nisso) e seguimos a trilha curtíssima de acessp. Um pouco antes da queda principal vimos o Poço da Dama de Honra e mais alguns passos já estávamos na Véu de Noiva. Sinceramente foi a cachoeira mais simples do passeio, sem muito apelo visual e o local é bem pequeno, apertado, mas valeu a foto!
Saindo da Véu de Noiva decidimos conhecer a Cachoeira do Escorrega, essa sim lindona, com duas quedas com um volume de água impressionante.


Entre a 1ª e a 2ª queda forma uma piscina natural enorme que deve ser deliciosa em dias de sol (o que não foi nosso caso).

Em volta da Cachoeira lanchonetes e restaurantes atendem quem quer aproveitar mais o local, e algumas lojas de artesanato (tudo bem hippie) convidam a uma olhadinha!

Do Escorrega partimos para o Poção da Maromba- mas no caminho o barulho de água nos chamou atenção próximo a uma ponte, onde um rio passava com forte correnteza.

Chegamos ao Poção da Maromba, que de todas as Cachoeiras tem o acesso melhor delimitado, com uma escadaria de pedras. Subimos no topo de uma pedra e lá do alto apreciamos a vista do imenso poço, que mesmo no frio atraia nadadores (malucos, trinquei os dentes só de ver)!
A região tem inúmeras outras cachoeiras, mas a chuva não nos animou muito a conhecer, então resolvemos deixá-los para a próxima visita a Visconde de Mauá!

Abraços a todos e boas acampadas...

Estamos de volta...


Infelizmente continuamos com problemas para postar comentários, mas enquanto o Blogger não resolve a questão continuaremos com a publicação dos posts.
Como ficamos um bom tempo sem novidades e como o frio não anda ajudando as acampadas, resolvemos postar os passeios que ficamos devendo!