quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Itu - Camping Paineiras

Não escondemos nossa predileção pelo Paineiras de Itu de ninguém.
Realmente não é um Camping no estilo “mil atrativos”, mas é amplo e com uma boa infra-estrutura.
Já acampamos lá diversas vezes, em grupo ou sozinhos, no inverno e no verão, na alta e baixa temporada e em todas as vezes ele estava impecavelmente limpo e bem organizado.
Nossa primeira vez por lá foi em 2007 e desde então sempre que sobra um tempinho voltamos.
RECEPÇÃO
Na própria entrada do camping você já preenche sua ficha e um funcionário indica os locais para camping.
Os pagamentos são feitos lá mesmo em dinheiro (até nossa última visita eles ainda não aceitavam cartões).
ÁREA DE BARRACAS
É dividida em duas partes, a de cima e a do lago.
A área próxima ao lago é um pouco menor, gramada e com algumas partes íngremes, mas mesmo assim muito boa. A parte não tão boa para alguns é que fica ao lado da piscina então se você não gosta de barulho não acampe por lá. Outro fator a ser levado em consideração é: pernilongos e mosquitos em geral são mais freqüentes próximo a lagos.
A área de cima é bem próxima ao restaurante, só uma estradinha os separa. É bem ampla, plana e totalmente gramada, possui também algumas árvores que proporcionam sombras.
Em dias de muito movimento o camping cerca algumas partes, assim criam pequenas ruas entre os espaços para os carros circularem.
As duas áreas possuem banheiros e lava-louças próximo.
VOLTAGEM
Em todo o camping a voltagem é 220V.
Num mesmo poste há diversas saídas.
Lembre-se de levar sua extensão.
BANHEIRO
O camping possui 2 baterias de banheiros. Ambos muito limpos e organizados.
O banheiro principal fica próximo à piscina e ao restaurante, o outro não é muito distante também.
Possuem chuveiros elétricos e os boxes são bem amplos de forma que você consegue se trocar tranqüilamente.
Existe também uma bancada com trocador para bebês.
Mesmo durante os feriados prolongados (onde o camping fica totalmente lotado) você vê a funcionária responsável pela limpeza e manutenção do banheiro sempre a postos.
É sem dúvida um dos mais limpos e organizados que já conhecemos.
LAVA LOUÇAS
As áreas de lava louças são amplas, com diversas pias.
São cobertas e possuem iluminação para uso noturno.
Assim como os banheiros estão sempre limpos.
ESTACIONAMENTO
No Paineiras os carros ficam estacionados ao lado das barracas.
Em grandes festas ou feriados o camping “cria” ruas nas áreas de barracas, dessa forma seu carro fica estacionado ao longo destas passagens bem próximo as barracas e o mais importante sob seu olhar.
LAZER
O ponto alto deste camping são sem dúvida as piscinas. Em frente ao restaurante são 3, sendo uma infantil e 2 para adultos. Na área de chalés há mais uma piscina de adultos.
Além das piscinas, têm as quadras. Há quadras poliesportivas, de futebol de campo e de tênis e cancha de bocha.
Para os amantes da pesca há o lago.
Para quem gosta de um joguinho há mesas de sinuca e pebolim (totó).
Para quem acampa com crianças tem o parquinho.
Nas férias e feriadões há serviço de monitoria para alegrar o dia de adultos e crianças.
Em nossos últimos feriados por lá o camping providenciou uma mini feirinha, com barracas vendendo cosméticos, biquínis e óculos.
EXTRAS
O Restaurante é bem amplo e serve desde o café-da-manhã até o jantar. Você também pode pedir porções e lanches rápidos.
Além disso, vende o tão precioso gelo, evitando que você tenha que sair para ir a cidade.
ARREDORES
O camping fica próximo ao centro da cidade, assim você tem acesso rápido a mercados e bancos, bem como as diversas atrações turísticas de Itu (algumas já descritas aqui no Blog), então aproveite e vá conhecer a região.

E você já conhece este camping?
Deixe seu comentário.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Mais que mil palavras!

Em homenagem aos dias chuvosos que estamos enfrentando...
Chuva chegando com força neste lindo entardecer em Brotas interior de São Paulo...porque acampar é bom demais mesmo debaixo d'água!!!

Mesa para camping

Quando recomeçamos a acampar em 2005, acabamos fazendo um camping improvisado, sem muitos equipamentos, mas com o passar do tempo e com a quantidade de campistas aumentando (somos em 8 normalmente) vimos que seria necessária uma mesa, por questões de logística e claro de conforto.
Como o Nizi é marceneiro providenciou para nosso primeiro acampamento em família uma mesa no estilo maleta (obviamente em madeira). A mesinha serviu bem ao primeiro acampamento, mas não resistiu ao segundo, onde encaramos 1 semana de fortes chuvas... a mesa que ficava sob o gazebo se deteriorou com a água.
Quando isso aconteceu começamos a procurar em lojas e sites de campismo, porém, nenhuma das encontradas atendia as nossas necessidades.
A busca pela mesa perfeita nos mostrou que há mesa de camping pra tudo quanto é gosto... de plástico, de tecido, de madeira, regulável, com bancos acoplados, dobrável, inteiriça, com porta copos, tudo isso sem contar as medidas que divergem muito dependendo da marca.



Por falar em marca são muitas: MOR, NAUTIKA, QUECHUA, KALA, OZARCK TRAIL, GUEPARDO, COLEMAN, etc.
Demoramos muito para encontrar uma que suprisse nossas necessidades, pois a maioria das mesas eram muito baixas e principalmente muito caras (valores totalmente desproporcionais a mercadoria).
Continuamos nossa busca até que encontramos no Sam´s Club mesas da marca LIFETIME e foi amor a primeira vista rs. Perfeitas para nossas intenções, tampo confeccionado em polietileno (facilita muito a limpeza), pés retráteis em metal, com ajuste de altura, super leve e dobrável (vira uma maleta). A melhor parte era o preço que não chegava a R$200,00 (no caso da maior).

Como a Podinha nem sempre acampa com a trupe toda acabamos comprando dois modelos diferentes. Uma menor (usada quando estamos em menor número) e outra maior (usada quando a Podinha está completa).Como acampamos com um carro e uma pick-up o transporte é fácil, mas se você precisa transportá-la em porta-malas não se preocupe ela cabe deitada (servindo de base para o restante da bagagem) na maioria deles.
Mesas compradas era hora de testa-las e muitos campings depois elas continuam perfeitas.
Uma dica pra quem usa mesa no camping é protege-la com uma toalha plástica - não precisa ser aquela com estampas da vovó – hoje em dia existem toalhas plásticas transparentes ou de cores lisas, que além de praticas na hora da limpeza, aumentam a vida útil da mesa evitando que líquidos e principalmente gorduras causem manchas ou até se infiltrem no material.
Nossas amigas estão conosco há 4 anos e se tornaram indispensáveis em nossas acampadas, perfeitas no quesito conforto e organização!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fogueiras

 A tradição de sentar-se ao redor de fogueiras e compartilhar bons momentos está presente em diversas sociedades e civilizações desde que o homem aprendeu a “produzir” fogo.
Como todos que acompanham o blog já sabem ou perceberam, nós da Podinha fazemos uso apenas de camping estruturado (nada contra quem pratica camping selvagem, só não é nossa praia).
Uma triste constatação neste tipo de camping é que a grande maioria proíbe totalmente as nossas queridas e acolhedoras fogueiras.
Todos sabemos do perigo de se manter focos de fogo próximo as barracas, já que estas são em sua maioria confeccionadas em nylon, material facilmente inflamável. Também entendemos os cuidados dos campings com as áreas verdes e o receio de que incêndios ocorram por descuido.
Mas isto é motivo para banir nossas amigas fogueiras?
Existem formas de acendê-las sem causar prejuízos?
Em maio, Camy e Panqueca, acenderam sua fogueira dentro de uma churrasqueira. Gravetos, lenha e folhas secas de eucalipto foram colocadas dentro da churrasqueira, que por sua vez foi mantida a uma distância razoável da barraca, para que o calor ou faíscas não pudessem danificar o material. 
Em setembro, eles aproveitaram um final de semana e armaram uma fogueira por lá. Desta vez, ao invés de uma churrasqueira eles aproveitaram uma área cimentada. Mais uma vez mantiveram distância da barraca e da vegetação.
Assim, em ambos os casos, não danificaram o gramado da área de barracas e não correram o risco do fogo se alastrar provocando incêndios.
Passaram bons momentos em volta do fogo, conversando, bebendo vinho e jogando baralho.
Então registramos uma sugestão para os administradores de campings: que tal a criação de áreas de fogueiras?
Nos parques de campismos nos Estados Unidos isto é bem popular. Grandes círculos de metal (pedaços cortados de tonéis de aço) são enterrados e pedras são colocadas ao redor, assim você utiliza a mais próxima de sua barraca e faz sua fogueira sem causar prejuízos financeiros e ecológicos.
 
 
No Camping Pedra Grande em Atibaia encontramos um destes locais já com bancos, propiciando uma boa roda de violão ou de histórias.
E você gosta de acender fogueiras?
Abraços campistas.




quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Momentos Felizes

" A felicidade pode ser encontrada em pequenos gestos
ou grandes momentos, desde que em boa companhia".
Os fundadores da Podinha - Nizi e Lily - na Fazendo do Chocolate (Itu/2007).

Primeiro Acampamento - Nizi e Lily

Verão de 1978 é aqui que começa nossa aventura. Nizinho com 19 anos e Lily com 17 anos vivem a bordo de um fusquinha e na companhia de mais algumas pessoas sua primeira experiência campista.
O destino? A pouco conhecida praia de Camburi das Pedras em Ubatuba (lembre-se era década de 70 e nesta região só habitavam caiçaras e vez por outra um grupo de malucos como eles).
Pra você entender passo a passo como eles se enfiaram nesta “roubada” campista vamos explicar tudo desde o princípio.
O Nizinho, rapaz responsável, trabalhava com um amigo chamado Tiziano (italiano doidão) que conheceu sabe-se Deus como uma galera dos cursos de filosofia, sociologia e história da Fundação ABC (nesta época só dava bicho grilo nesta faculdade e notem bem os cursos – sentiu a brisa né?).
Um avisa pra um, que avisa pro outro e assim por diante até que chegaram ao alarmante número de 64 pessoas – pensa num acampamento grande! O mais interessante foi saber que desta multidão o casal conhecia apenas Cirlenoca (irmã do Nizi) o Tiziano (o tal amigo de trabalho) e um outro cara que eles nem lembram mais o nome... ou seja, esses malucos estavam indo acampar com meros desconhecidos numa praia deserta (agora eu sei porque eles demoraram mais de vinte anos pra contar a história completa).
Como eram campistas de primeira viagem eles não possuíam nenhum tipo de equipamento, nem mesmo um mísero colchonete. Nizi, Lily e Cirlenoca foram com a cara e a coragem – na bagagem apenas roupas para passar o feriado de carnaval (vejam pelo lado positivo, ao menos eles tinham carro!).
Pra que você não pense que os fundadores da Podinha eram completamente insanos esclarecemos que eles só toparam a viagem porque um dos conhecidos tinha uma barraca extra que seria emprestada.
Continuando... o Daniel (in memoriam) era o único que conhecia realmente o lugar e já estava acampado lá, portanto, nenhum componente da caravana campista sabia ao certo o caminho e o local exato.
O grupo marcou o encontro por volta das 22:00 (sim, os loucos iam viajar para um lugar desconhecido a noite) e conseguiram partir por volta da 00:00 horas (eram todos muito organizados e disciplinados). Isto porque algumas pessoas ficaram de encontrá-los no caminho.
Tudo pronto, uma enorme caravana (cerca de 16 carros) toma rumo à Ubatuba, mas por influência de algum gênio canguinha pegaram o caminho via Mogi das Cruzes/ Salesópolis através de um trecho de terra sem iluminação ou sinalização à beira de um enorme barranco para fugir de apenas 1 pedágio (sim caros amigos, ele era muito sovina).

O combinado era ao final da estrada de terra aguardarem o resto da caravana chegar para enfim pegarem a Dutra. Foi durante este período de espera que um membro percebeu que o carro que tinha no bagageiro 2 barracas e demais equipamentos (sendo uma delas a que seria emprestada para nossos queridos fundadores) havia misteriosamente desaparecido.
O bagageiro mal apertado simplesmente caiu em algum lugar desconhecido e não se sabe como até hoje os passageiros do carro em questão não perceberam que quilos de equipamento caíram do automóvel - há duas hipóteses: o garrafão de vinho foi consumido no percurso ou a estrada era tão ruim e o carro pulava tanto que mesmo alguém caindo do carro não seria notado (detalhe isso realmente aconteceu).

Mas, todos sobreviveram e optaram por prosseguir a viagem para acampar sem barraca em um camping selvagem. Mais uma vez para zelar a imagem de nossos heróis, explicamos que eles só continuaram a empreitada porque lhes foi assegurado que haveria espaço nas outras barracas para que pudessem dormir.
Resolvida a questão, a marcha rumo ao desconhecido prosseguiu e entre trânsito, paradas e muita gente se perdendo o grupo estava completo às 15:00 horas do dia seguinte (isso mesmo leitores, eles demoraram 15 horas pra chegar em Ubatuba rs).
O detalhe deste momento: todos chegaram no local indicado na pista, onde havia uma ribanceira a ser descida (para enfim chegar na praia). A descida era tão ruim que para que os carros pudessem descer com o mínimo de segurança era necessário que todos os passageiros saíssem e o carro prosseguisse apenas com o motorista. Finalmente depois de toda esta odisséia o grupo chegou à praia.

Tarefa cumprida o restante da tarde passou agradavelmente. A “roubada” só foi percebida quando a noite caiu e nossos queridos foram ver onde iriam dormir. Quando lhes foi apresentado o local de repouso eles se deram conta da situação. A barraca designada era redonda parecendo um circo, o chão era direto na areia e pra melhorar tinha uma galera dormindo lá dentro já toda amontoada, Obviamente que eles resolveram dormir no carro (só pra ilustrar, 4 pessoas passaram 4 noites dormindo praticamente sentadas dentro de um fusca). Segundo a Lily eram noites intermináveis e Nizi disse que só faltava rezar pelos primeiros raios de sol. Mas, no dia seguinte apesar da noite mal dormida, todos estavam bem dispostos já que o lugar era magnífico e não valia a pena perder tempo.
E foi assim, dormindo no carro, dividindo comida com mais de 60 pessoas e em lugar paradisíaco que os fundadores da Podinha se apaixonaram pela vida de caracol.
Quando voltaram de viagem providenciaram a compra de uma barraca, bem como de todos os equipamentos necessários e assim aos poucos foram se transformando em verdadeiros campistas. Chegaram a acampar mais algumas vezes com o grande grupo, porém, acabaram difundindo a vida de caracol entre amigos, criando assim seu próprio grupo de campismo.
Infelizmente não há registros fotográficos deste primeiro acampamento, então as fotos que ilustram este relato foram obtidas na web, porém, estamos digitalizando algumas fotos do grupo já mais organizado e postaremos aos poucos para que todos possam ver como eram os acampamentos antigos, onde reinavam as barracas gigantes e muito pesadas!

E você quer nos contar como foi seu primeiro acampamento?
A experiência foi boa ou ruim?
Participe nos comentários ou se quiser mande o texto e fotos para o e-mail podinhas@gmail.com que postamos aqui sua história com os devidos créditos.

Ajude partilhando suas experiências para que cada vez mais pessoas descubram as maravilhas do campismo!
Abraços campistas.
Nizi e Lily



terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cenas do próximo capítulo


Amigos da Podinha, é com imenso prazer que informamos que o relato do primeiro acampamento de nossos fundadores (Nizi e Lily) finalmente vai rolar.
Após diversas tentativas por parte dos blogueiros da trupe, conseguimos acesso quase irrestrito a tão falada primeira vez deles...
Se você pensa que seu primeiro acampamento foi horrível, talvez você mude sua maneira de enxergá-lo depois de ler a odisséia deles...
Se você, ao contrário, acredita que acampar é sempre um mar de rosas, leia e verá que imprevistos no acampamento REALMENTE acontecem... 
Aguardem...
Em breve um dos melhores relatos campistas deste blog... cheio de infortúnios, trapalhadas e malucos!

sábado, 18 de setembro de 2010

Passeio até a Pedra Grande

Conforme dito no post anterior relato agora toda nosso passeio até a Pedra Grande.
Domingo (12/09) acordamos logo cedinho visto que queríamos aproveitar o dia ao máximo e ao chegar na área de lazer encontramos o guia do camping que nos convidou para a caminhada até a Pedra.
Juntamente com outros hóspedes aceitamos a oferta e nos preparamos para a empreitada.
Segundo o guia, a subida pela trilha tinha cerca de 4,5 km, um quilômetro a menos do que pela estrada.
Preparamos nossa mochila de caminhada com muita água (o sol estava prometendo), uma camiseta de reserva e máquina fotográfica (pra não perder absolutamente nada).
Tudo pronto partimos com mais 2 casais rumo a Pedra Grande.
Mas.... como tudo que é bom tem seu outro lado descobrimos logo nos primeiros metros que a caminhada não seria tão tranquila assim. Apesar de serem apenas poucos quilômetros, a trilha era composta basicamente por ladeiras... eram raríssimas as partes planas e de sombra, pois a vegetação ao longo do caminho não proporcionava nenhum tipo de proteção do sol.
A primeira subida deu pra encarar até brincando... todo mundo naquele clima de alegria de quem nem tem muita idéia de como será o caminho.
Já a segunda (que diga-se de passagem é definitivamente a pior) a Camy achou que não iria suportar...
Aqueles que estão acostumados a “trilhar” podem achar um pouco de exagero, mas lembre-se que grandes caminhadas não faziam parte de nossos passeios até bem pouco tempo.
Depois de uma certa altura você já consegue olhar para trás, ver o caminho transcorrido e a pousada pequenina lá em baixo.
 Se você está pretendendo fazer o passeio e está fora de forma como a gente não se preocupe o guia é super de boa, respeita sempre o ritmo da turma e faz várias paradas no caminho pra galera retomar o fôlego e dar uma refrescada.
O final da trilha é mais estreito e mais verde... e vai dando aquela sensação de "cheguei".

Alguns metros antes de chegarmos vimos um pessoal fazendo rapel em umas pedras próximas.
Panturrilhas queimando à parte conseguimos chegar ao topo da Pedra Grande vivos rs! Para aqueles que pensarem em desistir tenha sempre em mente o visual maravilhoso que você pode perder...
Abaixo as fotos de cima da Pedra, onde o pessoal costuma pular de asa delta, andar de moto e jipe.
Para quem levou pouca água fique tranqüilo, lá em cima tem um “tiozinho” com uma pick-up recheada de água e refrigerantes geladinhos, além de uns salgadinhos básicos pros mais esfomeados.
Aproveitamos bastante lá em cima, apreciamos a vista e tiramos muitas fotos juntos com nossos companheiros de passeio.
 
Voltamos por outra trilha, está bem diferente, pois a vegetação proporciona uma maravilhosa sombra além do fato de ser praticamente toda feita na descida (pra baixo todo santo ajuda mesmo rs).
Gostamos tanto do visual que ao fechar a conta no camping às 16:00 horas resolvemos subir (desta vez de carro) e aproveitar o pôr-do-sol lá de cima.

Mais uma vez a natureza nos presenteou com linda imagens e momentos deliciosos.
Aproveitamos o finzinho da tarde e o sol já mais ameno para relaxar...
...com o entardecer chegando a temperatura vai caindo (principalmente por causa do vento), mas nada que atrapalhe o espetáculo. 

E finalmente o momento que estávamos esperando... o por-do-sol chegou e nos brindou com seu esplendor.
Fica registrado então nosso passeio duplo até a Pedra Grande em Atibaia.
Grande abraço a todos!